quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fernando Donasci - Isabelle n13 8E



Fernando Donasci nasceu em 18 de dezembro de 1982, foi criado no centro de São Paulo e convive com a fotografia desde os 13 anos. Começou a atuar como repórter-fotográfico em 1998, passando por agências de notícias como Futura Press, Coperphoto e EFE (serviço internacional de notícias na Espanha) e pelo jornal “Diário de São Paulo”. Integrou a equipe de fotógrafos da Folha até o início de 2010.
De 2004 ao início de 2010 na Folha, Donasci ganhou dois prêmios, um em 2005, com a foto de um guarda civil municipal esquentando cola para um menino no centro de São Paulo e o outro prêmio foi conquistado no ano seguinte (2006), por meio de uma reportagem-fotográfica com os índios Nambiquaras, que foi publicada no caderno “Mais”.
                           Fotografias retiradas por Fernando Donasci:

               Fotografia publicada em 22 de dezembro de 2009, que retrata a inundação provocada pela enchente em São Paulo.

                           Guarda-civil metropolitano esquenta a garrafa com cola de sapateiro no centro de São Paulo e depois devolve ao menino.
                      Ilustração retirada , no dia 14 de agosto de 2011, de uma fachada de escola pública, em que retrata a inclusão social, ou seja, a união de diferentes pessoas em um mesmo ambiente.

Curiosidade:

A Folha venceu, na última quinta-feira (11), a 17ª edição do Prêmio CNT de Jornalismo, promovido pela Confederação Nacional do Transporte, na categoria Impresso.
Foram premiados o repórter Alencar Izidoro e o fotógrafo Fernando Donasci pela reportagem da BR-101, em que registraram as condições de uma das principais rotas rodoviárias do país.
  

Postado por Isabelle n13 8E.

       

Fei Maohua- Laura n18 8E



Fei Maohua nasceu em Kunming, China, em 1974. Ele estudou jornalismo na Universidade de Comunicação da China durante os anos 1992 a 1996. Ficou experiente em jornalismo no departamento de audio e video da Agência de Noticias Xinhua, como um jornalista de televisão. Em 2003, foi atribuído à matriz da Xinhua's African, em Nairobi, no Kenya, como um dos membros do primeiro grupo de jornalistas televisivos da agência Xinhua a se basear no internacional.

Com inspiração na natureza do Kenya, se interessou em fotografia, e desde então se tornou distraído do resto do mundo fotográfico. Quando terminou sua gestão no Kenya no começo de 2005, Fei Maohua voltou para Pequim e se mudou para e seção de fotografia da agência Xinhua. Em Julho de 2005, ele se mudou para a seção de fotografia de esportes e se tornou um fotógrafo de esportes.
Em 2008, Fei Maohua fotografou as Olimpíadas de Pequim seu segundo prêmio de Ação e História no Word Press Photo Contest.























Nado sicronizado fotografado por Fei Maohua, em 2008

















Nadadoras chinesas fotorafadas na Olipíadas de Pequim

Emilio Morenatti / Karem nº 16



Emilio Morenatti (39) começou sua carreira como fotojornalista, enquanto estudava para ser relator, em um jornal local de Jerez de La Frontera, Espanha. Ele cobria eventos nacionais e internacionais. Em 2003, ele viajou para o Afeganistão como correspondente para cobrir a guerra da queda do regime talibã pela Associated Press e em 2005, ele foi enviado para o Oriente Médio para cobrir o conflito. Em 2006, enquanto cobria o conflito na Faixa de Gaza, foi raptado por homens armados antes de ser libertado ileso um dia depois. Ele está atualmente com base no Paquistão e cobre a Ásia Central para a Associated Press. Ele foi nomeado em 2008 como Fotojornalista do ano.


  Exilados tibetanos segurarando tochas durante uma sessão de oração para os mortos durante a repressão do governo chinês no Tibete, em um centro de bem-estar, em Katmandu, Nepal, domingo 20 de abril de 2008.

Um soldado paquistanês dispara sua granada em direção as posições de militantes em cima de uma casa na vila Sabagai na região de Bajur tribal na fronteira com o Afeganistão e Paquistão.

Fonte:
http://blogs.denverpost.com/captured/2009/03/23/photographer-collection-emilio-morenatti/244/

Miguel Lopes de Barreira-Vitória 8e Nº33

 O repórter fotográfico, Miguel Lopes de Barreira nasceu em Lisboa, Portugal.e  hoje tem 33 anos formou-se em fotografia .Começou a estudar fotografia 1996, no Instituto português de Fotografia.Em 1998 Miguel  começou a trabalhar como fotógrafo do Jornal de Negócios.Em 1999 tornou-se foto jornalista do "Record".Em 2007 ficou em terceiro lugar da edição do World Press Photo 2007, na categoria "Sport Action", com uma foto tirada em uma competição de Bodyboard na praia de Nazaré.





sites.google.com/site/7e5histfoto/miguel-lopes-barreira 
http://www.surfologymag.com/2008_02_01_archive.html

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Philippe Dudouit - Cristina n:05 8E

Philippe Dudouit nasceu em 1977 na Suíça, e se graduou na Escola de Fotografia de Vevey em 2000. 
Ele fotografou várias cenas de povos rebeldes da África, principalmente tuaregues, que são um grupo de rebeldes excluídos politicamente.
Ele recebeu segundo lugar na Suiss prêmios Press Photo em 2003, e em 2004 ele foi o ganhador do Prêmio Arte Kiefer Hablitzel. Em 2005 ele foi convidado a participar no World Press Photo Joop Swart Masterclass.
As obras de Dudouit fez parte de várias exposições, incluindo a Swiss Press Photo (2003), Prêmio de Arte Suíça (2004), o ResfestFestival Suíça Seleção, o Hip-Hop Festival de Cinema de Berlim, o Festival Wordless em Zurique, o Copenhaga Internacional de Cinema Documental Festival e da exposição World Press Photomasterclass.


Grupo de rebeldes tuaregues

Foto de Philippe Dodouit que ganhou o prêmio de terceiro lugar em The Best of Photo Jornalism em 2009 tirada para a revista Times

Outra foto de Philippe Dudouit para a revista Times

Fontes:



sábado, 7 de maio de 2011

Sebastião Salgado- Patrick Bittencourt n24 8E

Sebastião Salgado nasceu em 08 de fevereiro de 1944, em Aimorés, no estado de Minas Gerais no Brasil.

 Sebastião Salgado é um dos repórteres fotográficos mais respeitados no mundo. Salgado, que foi nomeado Representante Especial da Unicef , dedicou-se a fotografar as vidas dos desafavorecidos do mundo. Este trabalho está documentado em 10 livros feitos por ele e muitas exposições que lhe valeram a maioria dos prémios de fotografia em todo o mundo.

Sebastião Salgado recebeu praticamente todos os principais prémios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Em 1994 fundou sua própria agência de notícias, a Imagens da Amazónia. Salgado mora atualmente em Paris com sua esposa e colaboradora, Lélia Wanick Salgado, autora do projecto gráfico da maioria de seus livros.


Webgrafias:




 
                               Migração Rural Para As Grandes Cidades





Os Pobres Trabalhadores Da Terra
Subindo a mina da Serra Pelada

quarta-feira, 16 de março de 2011


Fotografias de Juan Gutierrez relacionadas à Revolta da Armada:


Fotografia de Marechal Floriano Peixoto e soldados revoltados, além de unidades da Marinha, que promoveram a Revolta.

Fortaleza de São José (ilha das Cobras).


Canhão “Withworth” na Fortaleza de São João.
Portão de entrada da Fortaleza de São José, ilha das Cobras, 1894. Juan Gutierrez.
A construção apresenta danos provenientes do bombardeio, durante a Revolta da Armada.
A ilha das Cobras fica situada diante do Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro,
desde o período colonial, sendo a principal instalação naval do país.


Postagens de Isabelle n13 8E.

Juan Gutierrez - Isabelle n13 8E

  
       Juan Gutierrez de Padilla foi um fotógrafo, retratista e paisagista espanhol. Nasceu em 1859 e faleceu em 1897. Ele produzia os primeiros processos fotográficos, como daguerreótipos e ambrótipos. Realizou várias obras, principalmente no Rio de Janeiro (Brasil), sendo divididas em duas séries que retratam diversos bairros, panoramas da cidade e arredores, reproduzindo sua arquitetura e cotidiano e, por sua vez, a documentação mais importante, a Revolta da Armada (um movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil, apoiado pela oposição monarquista contra o governo do Marechal Floriano Peixoto) que ocorreu na Baía de Guanabara entre 6 de setembro de 1893 e 13 de março de 1894; que foram retratadas, em suas fotografias, as fortificações, soldados, o armamento utilizado e a cidade prejudicada pelos combates mais violentos que presenciara, porém não fotografara cenas do embate.
      Em 1880, tornou-se proprietário da Photographia União, no Rio de Janeiro e no dia 3 de agosto 1889, recebeu o título de Fotógrafo da Casa Imperial. No ano de 1896, ocorreu a publicação de anúncios na imprensa local e a exposição de seus trabalhos na Associação Comercial.
     As imagens capturadas pelo artista, relacionada a "Revolta da Armada" são consideradas, do ponto visto de técnico, os melhores registros de um conflito armado realizado no Brasil. As fotografias são utilizadas para o estudo da transição do período Imperial para o Republicano. Atualmente, estas integram o acervo Histórico Nacional.                                                     

Ilustração de Fortaleza de São José (Urca), retirada por Juan, pelo processo daguerreótipo.



Franz Keller

Franz Keller-Leuzinger (1835-1890) nasceu e morreu na Alemanha. Era fotógrafo, desenhista, pintor e engenheiro. Chegou ao Brasil em 1856, para construir uma estrada de ferro na Região da Amazônia. Leuzinger adicionou esse nome ao seu por causa do pai de sua esposa, George Leuzinger, e, por ter adicionado Leuzinger ao seu nome, tornou diretor da Casa Leuzinger, um departamento fotográfico, em 1860. Em 1865, viajou pelo Alto Amazonas com seu amigo, também alemão, o fotógrafo August Frisch. Franz Keller registrou em desenhos aspectos da história, da arqueologia e dos costumes locais. 




Fotograma de Franz Keller Leuzinger com índios 1867


Laura G. F. Vattimo n18 8E